Por que não bater nos filhos?
Olá leitores!
Selecionei cinco motivos para esclarecer algumas desvantagens em bater nos filhos:

1. Bater não ensina verdadeiramente e a criança passa a ter medo de apanhar.
Ao invés de se tornar uma ameaça para a criança, busque compreender seu ponto de vista, seja um “guia”, ela ainda não sabe distinguir o certo do errado e é você (adulto) o responsável por ensinar isso.
2. Bater não resolve o problema, apenas encobre conflitos.
Procure compreender a criança mesmo que ela esteja errada, se você age impulsivamente batendo, a criança perde a oportunidade de se expressar.
3. Existem formas mais eficientes e humanas de disciplinar sem agredir.
Procure orientar, fazer combinados, punir (restringindo o celular o tablet, ou algo que a criança goste muito por um tempo determinado). Dica: Quando a criança errar pela primeira vez, oriente, corrija, explique por que é errado e comunique de que maneira você irá puni-la se o mesmo erro ocorrer novamente, assim à criança pensará mais vezes antes de agir da mesma maneira.
4. Só bate quem não age antes de “perder a cabeça”.
Tome um posicionamento assim que a situação ocorrer, não fique adiando uma tomada de decisão, se você se sobrecarregar, pode perder a paciência com mais facilidade.
5. Na maioria das vezes, quando se acalmam, os pais tendem a se sentir culpados e acabam “afrouxando” os limites.
Para aliviar a “culpa” por ter batido, muitas vezes as mães cedem a pedidos da criança que antes haviam negado. Presenteiam, levam para passear, para “compensar” sua atitude negativa com a criança. O ideal é que você adulto, pense sobre a sua atitude e procure não cometer o mesmo erro novamente. Se tiver dificuldade com isso, busque a ajuda de um psicólogo!
Principais consequências:
A) A criança que apanha pode se sentir angustiada, com baixa autoestima e ter traços depressivos;
B) Pode ter dificuldades para respeitar e receber ordens;
C) Quando você bate você está provando que bater é um comportamento possível, o que pode favorecer que a criança repita esse comportamento com outras pessoas. Lembre-se a criança aprende com o exemplo, por imitação!
Referência Bibliográfica:
Zagury, T. (2000). Limites Sem Trauma – Construindo Cidadãos. Rio de Janeiro: Record